Partilho de seguida a minha reflexão sobre a acção de formação: “Ecossistemas Marinhos – A Ciência no Ensino Básico e Pré-Escolar”, ministrado pela formadora Raquel Gaspar.
Em primeiro lugar quero dizer que me inscrevi para esta acção de formação pela necessidade de ter que cumprir algumas horas de avaliação para este biénio. Depois, porque considero que aquilo que nos move (a nós professores) para realizar acções de formação, para além do factor que evoquei anteriormente, é a expectativa de que esta venha a contribuir positivamente para as nossas práticas pedagógicas e também pela possibilidade de constituir um espaço de partilhas e de experiências. Acontece que tais expectativas saem quase sempre frustradas, já que, a maioria das acções que frequentamos mais não são do que um debitar de informação teórica, que carece de operacionalização e da qual todos nós já estamos fartos.
Devo dizer que após a minha inscrição pensei seriamente nas horas a fio que teria de passar a frequentar esta acção de formação, realizada em período pós laboral, logo num horário que deveria estar a dedicar à família e pus em causa se esta viria a ser igual a tantas outras, com as quais nada aprendi.
Depois a questão do tema!
Ecossistemas Marinhos…
Tema, esse, em que eu não me sentia nada à vontade. Não tinha noção de muitos conceitos que foram abordados, ou seja, fui completamente à descoberta.
Agora, momento no qual reflicto sobre a minha participação nesta acção, tenho a humildade de assumir que muitos dos conceitos e experiências aqui debatidas se revelaram desafios e questões
novas para mim.
Esta formação veio de alguma forma alimentar o meu humilde conhecimento na área das ciências numa visão educativa e formativa como espaço de transformação e inovação.
Representa, neste momento, uma linha de orientação, que contribuiu e irá contribuir para uma melhor análise, avaliação, coordenação e orientação das minhas práticas letivas.
Em jeito de conclusão, considero que os objectivos inicialmente previstos foram atingidos ao longo desta formação graças à larga experiência da formadora, que soube da forma mais sábia e eloquente motivar-nos para esta temática e colocar-nos a partilhar experiências e opiniões. Os momentos de reflexão, debate e troca de experiências foram, por isso, uma constante e, no entanto, souberam a pouco…
Ana Cristina Fernandes,
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